domingo, 13 de julho de 2008

Baturité


Hoje fomos dar um passeio em Baturité, Redenção e Capistrano


Após a expulsão dos invasores holandeses, a coroa potuguesa iniciou o processo de ocupação definitiva das terras cearenses.

Foi uma ocupação missionária. Por solicitação dos colonizadores Inácio Moreira Barros e seu companheiro André Moreira de Moura, concedeu-lhes do Capitão-Mor João de Teive Barreto, uma Sesmaria cujos limites abrangiam o centro geográfico a partir do qual se iniciaram futuros povoamentos.

Nove anos após, ou precisamente em 1755, instalou-se no mesmo local a Missão de Nossa Senhora da Palma, tendo como finalidade realdear os Índios Jenipapos e Canindés. Em 1759, o Desembargador Bernardo Coelho da Gama e Casco elevou em Vila o reduto, dando-lhe o nome de Monte-Mor o Novo d'América e deixando sob o arbítrio das Vigárias Gerais a antiga Missão Jesuítica.

Entretanto, no momento de proceder a conferência em relação ao número de moradores, o que deveria constar obrigatoriamente 50 fogos, verificou-se a inexistência deste quantitativo, o que implicaria na inconsistência legal no fato determinado pelo Desembargador. Inconformados com o resultado decorrente da insuficiência populacional e apoiados na estrutura socialmente construída, clérigos e moradores dirigira-se à Corte, expondo e solicitando o restabelecimento do que antes fora proposto.

Desse procedimento e cosoante Carta Régia de 6 de agosto de 1763 e Portaria de 15 do mesmo mês e ano, restabeleceu-se o privilégio anterior. A partir de então cumpriram-se tão somente os complementos de ordem burocrática.

Em edital, publicado a 31 de março de 1784, fixou-se a data de ereção do povoado em Vila definitivamente.

Vencidos os prazos, consignados em lei, deu-se de fato e de direito o que de modo satisfatório viria ao encontro das comuns aspirações. O antigo reduto missionário chamava-se Monte-Mor o Novo d'América.

Sua elevação à categoria de Município ocorreu segundo Lei n° 844 de 9 de agosto de 1858, alterando a denominação para seu nome atual, Baturité.

sábado, 7 de junho de 2008

Luiza


Luiza

Tautograma

Languidamente

Lia loucos livros

Lendo leitura labial...Luiza... ...

lembro, linda, leve...

Longe levava lucidez

Levito lembrando Luiza... Luxúrias...

lloucas luxúrias!

Luminosas, lindas linhas!

Lúdicas línguas,

Labaredas!

LuizaLonge...

livre...

Lágrimas libertas...

Lembra,

Luiza?

Luiza?

Luizaaaaa...!!!


Elïscha Dewes

domingo, 18 de maio de 2008

Minhas amigas


Carinho é fonte energética.

Carinho é caminho de amor.

Carinho nunca é demais.

A afetividade é importante, sim.Pois, como um ser humano ainda imperfeito,ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo?

Não, amigos, a individualidade, sem dúvida,é direito de cada um de nós.Mas, em excesso, é egoísmo.

Viemos aqui para aprender.Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências,troca de energia, troca de informações,troca de afeto, troca e troca...Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir.

Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma,se tranqüiliza, se equilibra.Carinho é sinônimo de amor, amigos.Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual.Criança precisa de amor para crescer psicologicamente,afetivamente e fisicamente saudável.Criança precisa de apoio e de muita troca.

Portanto, também nós precisamos de afeto.Não esqueçam desse detalhe amigos:amor é fonte de energia, é vida, é crescimento.Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor.
Fonte Mensagens e Poemas

domingo, 13 de abril de 2008

PAZ


Por um mundo de paz

Valdir Júnior

Glória a Deus nas alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens”.
(Lucas, 2:14)

Todos nós sonhamos viver num mundo pacificado, onde não haja lugar para a violência de qualquer forma. Almejamos uma sociedade de concórdia e fraternidade, na qual todos se entendam e todas as nossas carências materiais e morais estejam superadas. Sonhamos enfim, nós que conhecemos o Evangelho do Cristo, com o reino prometido por Ele, um mundo regenerado; mas esta por ora não é a nossa realidade.

Vivemos tempos conturbados e difíceis, em que ainda convivemos com o ódio, a violência, a discórdia, a doença, o medo, a pobreza, a sede de poder. Apesar de nossos imensos avanços científicos, essas são quase as mesmas dificuldades que possuíamos há dois milênios, quando o Mestre aqui esteve para nos indicar o melhor caminho para a nossa libertação. Muitos se propuseram a trilhar esse caminho e a eles, sinalizadores vivos do Evangelho, devemos os relativos avanços morais que alcançamos.

Mas, e nós? O que temos feito para contribuir para a efetivação deste nosso ideal de paz e concórdia?

Às vezes, achamos ser mais fácil olhar para fora de nossas janelas e culparmos as outras pessoas, a sociedade, o governo, por todos os momentos de intranqüilidade por que passamos. Esquecemo-nos de que as pessoas, a sociedade e o governo são reflexos, conseqüências de nós mesmos, de nossos atos, palavras e posturas. Estamos constantemente interagindo uns com os outros e todos os nossos atos têm influência maior ou menor naqueles que nos cercam. O mundo de paz que tanto queremos começa em nós mesmos, no modo como convivemos com a nossa família, com o nosso vizinho, com o nosso colega de trabalho, com as pessoas que estão conosco no ônibus ou no carro, ao lado no trânsito. Se nós nos esforçarmos para colocar uma pitada de fraternidade, compreensão, educação e amor principalmente nas nossas realizações, nós estaremos contribuindo efetivamente para a implantação do reino que Jesus prometeu.

Nos miremos Nele, no Cristo, como sendo a nossa bússola, nosso norte, nosso exemplo, para conseguirmos a vitória sobre nós mesmos, sobre as tendências do homem velho. Ele confia em nós, sabe que temos o potencial para tanto, bastando que usemos a nossa boa vontade, como anunciaram as vozes celestiais aos pastores, quando o Salvador chegou para estar conosco.

terça-feira, 11 de março de 2008

Páscoa....


O significado da Páscoa...
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Nossos amigos de Kidlink nos contaram como se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas. Assim:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

PAZEANDO

Imagem Professor Clóvis.Em palestra para professores
na semana pedagógica no Município de Maracanaú - Ceará

Pazeando
Existe um verbo tão belo,
Atual, tão necessário
Que é preciso urgentemente
Tirá-lo do dicionário
Estava tão escondido
Mal divulgado, mal lido
Sequer diziam: - Aqui jaz!
O seu nome é: PAZEAR
Que traduz: harmonizar
E estabelecer a PAZ

Na sua conjugação
Presente do indicativo
EU PAZEIO logo em mim
A PAZ é sujeito ativo
E todos ao meu redor
Percebem que eu sou melhor
Mais produtivo e capaz
Mais amigo, mais irmão,
E até melhor cidadão
Pois conduzo em mim a PAZ

TU PAZEIAS e a vida
Pra ti bela se apresenta
Tens o fardo mais maneiro
Nunca, jamais te apoquentas
Tua família é mais calma
E dentro da tua alma
Há harmonia demais
Há o respeito e o calor
Há concórdia e esplendor
Pois permaneces na PAZ

E na terceira pessoa
Já sei que ELE PAZEIA
E sei que da liberdade
Sua vida está cheia
Respeito e Não-violência
São dele a pura essência
E ele nunca fica atrás
Se a consciência consulta
Vê decência, amor e luta
Na instauração da PAZ

E ao chegar no plural
Eu, Tu, ele, NÓS PAZEAMOS
A força se faz mais forte
E aos poucos nós mudamos
A face triste da Terra
Já começa o fim da guerra
Pois a ação nos satisfaz
Lutamos por igualdade
Por respeito e liberdade
Somos bandeiras da PAZ

Porém se além de nós
Vemos que VÓS PAZEAIS
Já passa a haver alegria
E harmonia demais
E a Terra vai melhorando
Todo mundo vai se amando
Numa corrente audaz
Em tão forte aliança
Levando tanta esperança
Consolida-se a PAZ

Imaginem a maravilha
Se ELES PAZEIAM também
Acabando a omissão
Instituindo esse BEM
Na superfície da Terra
Destruindo toda guerra
Com ações fenomenais
Instaurando a consciência
De um mundo sem violência
Um mundo de amor e PAZ

EU PAZEIO, TU PAZEIAS
E ELE PAZEIA, também
E juntos NÓS PAZEAMOS
Na força do grande BEM
A vida de sonho e dores
Dos grandes pazeadores
Nos pergunta: - VÓS PAZEAIS?
E até hoje ELES PAZEIAM
Não se omitem, nem se alheiam
Pra que o mundo tenha PAZ!

- Merlânio Maia (PB)

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Paz no carnaval


Muita paz, saude e amor pra todos vcs....

Nosso cantinho no carnaval Caucaia - Ceará

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

sábado, 5 de janeiro de 2008